quarta-feira, 7 de abril de 2010

Escolhida.


- Você vai? – Ben não era dos caras que insistia, era sim ou não e ponto. Mas ele ficava jogando na sua cara depois.
- É claro! Por que eu não iria? – eu tentava escondeu meu nervosismo, mas era difícil já que eu estava tremendo tanto.
- Será que é porque você esta tremendo tanto? – Foi a vez de Mandy me sacanear.
- Está bem frio aqui. – Ah, claro, Daniel, namorado da Mandy, como eu poderia esquecer?
- É, está. – sexta-feira treze, quinze para a meia-noite e frio, muito frio.
- Vamos então? – Não, por favor, Mandy, morra de medo do primeiro morcego que aparecer, por favor.
- Claro! – disse Mandy e saiu rebolando na frente.
Eu não iria contar o verdadeiro motivo de não querer ir lá. Nunca. Se a casa não fosse tão antiga, e se nós não estivéssemos no meio do nada, muito longe de alguma policia ou alguma coisa, eu não estaria com o mínimo de medo.
Mandy – como eu disse – saiu na frente rebolando, mas depois de alguns passos deixou Ben passá-la, depois de Mandy ficou eu e o Daniel.
- Você está com medo não é? Admita Underwoody, você quer voltar. – Quando eu não pensava que dava para ficar pior.
- Olha aqui Daniel, eu não tenho medo, por que homens têm que ser tão machões? – eu parti para cima dele com a minha voz mais agressiva, mas ele apenas sorriu, se aproximando ainda mais de mim.
- Não se preocupe, eu te protejo. – eu arqueei as sobrancelhas.
- A gente se odeia lembra? – dei as costas e comecei a andar pisando forte, passei pela Mandy e pelo Ben rapidamente, esquecendo temporariamente meu medo.
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Quando olhei aquela casa, meus ossos gelaram. Era pior que eu pensava, tinha dois andares, um sótão e provavelmente um porão. Eles adoram porão. Ótimo.
- Está com medo Molly? Ainda podemos voltar se quiser.
- Não Ben, não estou com medo, podemos ir. – Onde está o morcego? Por que a Mandy não grita logo?
- Então, você faz as honras. – disse ele.
- Como você espera que eu abra super gênio? - a casa podia estar abandonada, mas a enorme porta permanecia fortemente trancada.
- Não sei, se vira super gênia. – Ben ironizou o meu próprio apelido a ele. Eu olhei desesperadamente ao redor procurando algum lugar para entrar. Achei uma janela com um vidro quebrado a direita, e guiei o pequeno grupo até lá, o buraco era pequeno demais para alguém passar.
- Procurem alguma pedra pra eu poder quebrar o vidro. – ordenei mais para Ben do que para os outros.
- Aqui Fe. – disse Daniel estendendo uma pedra para mim.
- Fe?
- É, fearless. – não sei por que, mais isso me deu mais coragem, me esqueci da rixa que tinha com ele, e sorri.
- Obrigada Ti.
- Ti?
- Um dia você vai descobrir. – disse depois de quebrar o vidro e pular a janela da antiga casa, sendo seguida por Daniel e os outros.

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FOLKS *-*
para quem quizer, eu posto para sempre sua, e - tanãnã - a continuação desse pequeno ( há há) conto (:

7 comentários:

Mariah disse...

Anna, assim como as outras, eu AMEI essa hist. termina ela! oasiaosiaosi bjs s2, Mariah

Anônimo disse...

Omg, eu amo histórias com uma casa mal-assombrada k' Sei lá, dá um ar maravilhoso em qualquer escrita õ/
quero mais, mais *-*'
beijos :*

Victoria*-* disse...

Nossa,amei demais seu blog,suas estorias,seriu mesmo ja sou sua fã...parabens pelo seu dom,aparece la no meu blog...bjoos

Carolzinha_Hermanas. disse...

que demais :D

continua,AHAHAHAHHA!


beeeijinhos <3

Vicky D. disse...

Continua continua!!!

Adorei, muito muito!!

bjão =^.^=

Débora disse...

Lindo,como sempre,continuaaa!!!

Victoria*-* disse...

continua logo to mtmtmt curiosaaaaa